Alopecia androgenética é uma alopecia não cicatricial, progressiva e geneticamente determinada, caracterizada por miniaturização folicular.
É a causa mais comum de perda capilar progressiva em homens e mulheres.
A prevalência aumenta com a idade.
Acomete cerca de 80% dos homens e 50% das mulheres até os 70 anos.
Fatores de risco e doenças associadas
A predisposição genética é forte e de caráter poligênico.
Nos homens, a di-hidrotestosterona tem papel central: as enzimas 5-alfa-redutase convertem testosterona em di-hidrotestosterona.
A 5-alfa-redutase tipo I está presente na pele, nos folículos pilosos e nas glândulas sebáceas.
A 5-alfa-redutase tipo II predomina na próstata, mas também participa da biologia do folículo piloso, e sua ausência previne a alopecia androgenética masculina.
Em indivíduos predispostos, a ação androgênica leva à miniaturização progressiva dos folículos, e os fios terminais espessos são substituídos por fios mais finos, curtos e pouco pigmentados.
A fase anágena encurta, com discreto aumento da proporção de fios em catágeno e telógeno.
Classificação
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A alopecia androgenética tem curso crônico e progressivo.
Sem tratamento, evolui lentamente, com rarefação crescente nas áreas predispostas.
O tratamento pode estabilizar a progressão e promover aumento parcial da densidade.
A resposta é gradual e exige meses de acompanhamento.
A suspensão do tratamento leva à perda gradual do benefício obtido.
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Dermatologia como ela acontece na prática: do diagnóstico ao tratamento.
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