Eflúvio telógeno é uma alopecia não cicatricial difusa, por aumento da queda de fios telógenos.
Decorre de alteração reacional do ciclo capilar, em geral após fator desencadeante sistêmico, hormonal, nutricional, medicamentoso ou emocional.
Ocorre em qualquer idade.
É comum após eventos sistêmicos, metabólicos, hormonais, nutricionais ou emocionais.
Na mulher, pode assumir forma crônica, por vezes sem fator desencadeante evidente.
Fatores de risco e doenças associadas
O eflúvio telógeno ocorre quando um número aumentado de folículos entra prematuramente em catágeno e telógeno.
A queda surge 2 a 4 meses após o fator desencadeante.
Ver mais fios telógenos não define a causa: a etiologia se busca por história clínica, exame físico e investigação laboratorial dirigida.
Os mecanismos descritos são liberação anágena imediata, liberação anágena tardia, síndrome do anágeno curto, liberação telógena imediata e liberação telógena tardia.
Classificação
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O eflúvio telógeno é temporário na maioria dos casos.
Corrigido o fator desencadeante, a queda diminui em 6 a 12 meses.
Alguns casos se tornam crônicos, sobretudo em mulheres.
A recuperação da densidade é mais lenta quando há alopecia androgenética associada.
Na tricotilomania, o prognóstico é melhor nas crianças menores do que nas maiores e nos adolescentes.
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Dermatologia como ela acontece na prática: do diagnóstico ao tratamento.
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