Doença fibrosante do tecido conjuntivo, de instalação insidiosa, com endurecimento e espessamento simétricos da pele por depósito de colágeno e de mucina na derme.
Acomete tipicamente o dorso, a região cervical posterior, os ombros e a face, poupando mãos e pés.
O tipo 3, associado ao diabetes, é o escleredema diabeticorum, e predomina em homens obesos de meia-idade com diabetes de longa duração.
A resposta ao tratamento é ruim e não acompanha o controle glicêmico.
A prevalência entre diabéticos é de 2,5% a 14%.
O escleredema diabeticorum predomina em homens de meia-idade, obesos, com diabetes de longa duração, mau controle metabólico e uso de insulina.
O tipo 1 corresponde a cerca de 55% dos casos, o tipo 2 a cerca de 25% e o tipo 3 a cerca de 20%.
O tipo 1 acomete sobretudo mulheres de meia-idade.
Fatores de risco e doenças associadas
Propõe-se a glicação das fibras colágenas, com degradação alterada, somada ao estímulo direto dos fibroblastos pela hiperglicemia.
O resultado é o depósito de colágeno e de mucopolissacarídeos (glicosaminoglicanos) na derme.
Classificação
Conteúdo para assinantes. Assinar →
Conteúdo para assinantes. Assinar →
Conteúdo para assinantes. Assinar →
Conteúdo para assinantes. Assinar →
O tipo 1 resolve-se sozinho em 6 a 24 meses na maioria dos casos.
No escleredema diabeticorum o curso é persistente, mas cerca de metade dos casos resolve-se em torno de 18 meses, e o prognóstico costuma ser bom.
Nas formas extensas há limitação da mobilidade e dificuldade de aplicação da insulina.
Conteúdo para assinantes. Assinar →
Dermatologia como ela acontece na prática: do diagnóstico ao tratamento.
Aprenda comigo →Atendimento dermatológico em Palmas, TO: caioformiga.com.
Consulte comigo →