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Dermato Prática, por Dr. Caio Formiga

Dermatologia clínica e cirúrgica baseada em diagnóstico acurado, terapia precisa e tecnologia de ponta. Palmas, TO.

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Neurofibroma e neurofibromatose tipo 1

benignaderme(Neurofibroma, Neurofibroma plexiforme, Neurofibromatose tipo 1, Doença de von Recklinghausen, Neurofibromatosis)

Revisado por Dr. Caio Formiga· Dermatologista· CRM/TO 3606· RQE 2226· SBD

Atualizado em julho de 2026

ConceitoEpidemiologiaPatogêneseClínicaDermatoscopiaHistopatologiaDiferenciaisManejoProcedimentosComplicaçõesPrognósticoPérolaReferênciasAchados

Conceito

O neurofibroma é uma proliferação benigna da bainha nervosa periférica, composta por células de Schwann associadas aos demais componentes do nervo (fibroblastos, células perineurais, células intermediárias e axônios).

Clinicamente é um nódulo mole, cor da pele, que invagina à pressão digital, o chamado sinal da casa de botão.

A lesão isolada é benigna e não exige tratamento. O que muda a conduta é o número e a forma: cerca de 10% dos pacientes têm lesões múltiplas, o que levanta a suspeita de neurofibromatose tipo 1, e o neurofibroma plexiforme é patognomônico dessa síndrome.

O neurofibroma funciona como marcador de doença genética multissistêmica e exige atenção aos sinais de transformação em tumor maligno da bainha nervosa periférica.

Os critérios diagnósticos de neurofibromatose tipo 1 foram revistos em 2021 por consenso internacional, com incorporação das anomalias de coroide e do diagnóstico genético, e com a criação de critérios próprios para a síndrome de Legius, que se sobrepõe à neurofibromatose tipo 1 nas crianças com achados apenas pigmentares.

Epidemiologia

A neurofibromatose engloba três doenças distintas (neurofibromatose tipo 1, neurofibromatose tipo 2 e schwannomatose), caracterizadas por propensão aumentada ao desenvolvimento de tumores, particularmente da bainha nervosa.

A neurofibromatose tipo 1 corresponde a 90% dos casos e tem prevalência ao nascimento de 1 para 2.000 a 1 para 3.000.

De 30% a 50% dos pacientes com neurofibromatose tipo 1 são esporádicos (não herdaram a doença de um genitor afetado); parte deles tem variante adquirida após a fertilização, com fenótipo em mosaico.

Nódulos de Lisch estão presentes em mais de 90% dos pacientes aos 10 anos de idade.

A textura em saco de vermes do neurofibroma plexiforme é observada em cerca de 25% dos pacientes com neurofibromatose tipo 1.

O nevo anêmico é encontrado em até 50% dos pacientes.

O risco de transformação de um neurofibroma plexiforme em tumor maligno da bainha nervosa periférica é estimado em 10%, com risco ao longo da vida de 2% a 13%.

Há risco aumentado de câncer de mama em mulheres com menos de 50 anos, de tumor maligno da bainha nervosa periférica e de tumores cerebrais.

Síndrome de Legius: prevalência ao nascimento estimada em 1 para 46.000 a 1 para 75.000 (cerca de 4% dos indivíduos acompanhados em ambulatório de neurofibromatose). Variantes patogênicas em SPRED1 respondem por 1% dos casos esporádicos e 19% dos casos familiares que apresentam apenas achados pigmentares (manchas café com leite e efélides).

Metade dos pacientes com síndrome de Legius preenche os antigos critérios clínicos do NIH para neurofibromatose tipo 1.

Desempenho dos antigos critérios do NIH em coorte referida para diagnóstico molecular: em menores de 7 anos, sensibilidade de 58,2%, especificidade de 88,6%, valor preditivo positivo de 80,5% e valor preditivo negativo de 71,5%; a partir dos 7 anos, sensibilidade de 85,3%, especificidade de 74,3%, valor preditivo positivo de 75,8% e valor preditivo negativo de 84,3%.

Fatores de risco e doenças associadas

  • Genitor com neurofibromatose tipo 1
  • Presença de neurofibroma plexiforme (fator de risco para tumor maligno da bainha nervosa periférica)
  • Neurofibromatose tipo 1 (doença de von Recklinghausen)
  • Neurofibromatose tipo 2 (schwannomas vestibulares bilaterais)
  • Síndrome de Legius (SPRED1), a RASopatia com maior sobreposição fenotípica
  • Outras RASopatias no diferencial da via RAS: síndromes de Noonan, de Costello e cardiofaciocutânea
  • Xantogranuloma juvenil e leucemia mielomonocítica juvenil (associação tripla com neurofibromatose tipo 1)
  • Neurofibrossarcoma, rabdomiossarcoma, feocromocitoma, tumor de Wilms e leucemia mieloide crônica
  • Tumor glômico
  • Síndrome de Watson (neurofibromatose tipo 1 com estenose pulmonar)

Patogênese

A neurofibromatose tipo 1 é doença autossômica dominante causada por variantes patogênicas no gene NF1, que codifica a neurofibromina, uma proteína supressora tumoral.

A neurofibromina atua principalmente como proteína ativadora de GTPase (GAP), regulando negativamente a via RAS/MAPK ao acelerar a hidrólise do GTP ligado a RAS; sua perda leva à hiperativação de RAS e à proliferação tumoral.

A neurofibromatose tipo 1 foi a primeira condição humana mapeada na via RAS. Outras condições causadas por variantes em genes dessa via (síndromes de Noonan, de Costello e cardiofaciocutânea) formam o grupo das RASopatias.

A síndrome de Legius é a RASopatia com maior sobreposição à neurofibromatose tipo 1: é autossômica dominante, causada por variantes patogênicas em heterozigose no gene SPRED1, no cromossomo 15.

Variantes patogênicas de NF1 distribuem-se por toda a região codificante e por regiões não codificantes: microdeleções que abrangem o gene e genes flanqueadores, variantes intragênicas de número de cópias, variantes de mudança de matriz de leitura, nonsense e missense, variantes de sítio de splicing, exônicas e intrônicas profundas que afetam o splicing, deleções e duplicações em fase, variantes que afetam o códon de início, variantes complexas de inserção e deleção, translocações balanceadas e inserções Alu/LINE.

Variantes somáticas de segundo golpe em NF1 são identificadas em praticamente todo tumor associado à doença (neurofibromas cutâneos e plexiformes) e também em lesões não tumorais, como as manchas café com leite, resultando em inativação bialélica do gene.

No mosaicismo, a variante NF1 é adquirida após a fertilização e está presente apenas em uma subpopulação celular. Conforme o momento e o tipo de célula progenitora afetada, as manifestações visíveis podem ser apenas pigmentares, apenas neurofibromas (cutâneos ou plexiformes) ou ambas, e a área acometida varia de múltiplas regiões que cruzam a linha média (fenótipo semelhante ao generalizado) a um único segmento que não cruza a linha média.

O risco de transmissão à prole é menor que 50% no mosaicismo, mas, se a variante for transmitida, o filho a terá na linhagem germinativa e a apresentação clínica costuma ser mais grave. Mosaicismo gonadal puro é raro.

Para a detecção da variante causal no mosaico, é preciso analisar a célula certa: melanócitos (e não queratinócitos ou fibroblastos) nas manchas café com leite, e células de Schwann nos neurofibromas cutâneos ou plexiformes.

A transformação maligna de um neurofibroma decorre de uma segunda mutação, mais comumente em p53.

Clínica

Neurofibroma cutâneo

  • Pápula ou nódulo mole, cor da pele
  • Invagina à pressão digital: sinal da casa de botão (buttonhole sign)
  • Surge tipicamente na adolescência e aumenta em número ao longo da vida

Neurofibroma subcutâneo

  • Nódulo profundo, firme, por vezes doloroso à palpação
  • Forma predominante na neurofibromatose tipo 2, muitas vezes com pigmentação ou hipertricose sobrejacente

Neurofibroma plexiforme

  • Textura de saco de vermes à palpação
  • Manchas café com leite e/ou hipertricose na pele sobrejacente
  • Primeiro sinal cutâneo da neurofibromatose tipo 1, provavelmente congênito
  • Patognomônico da neurofibromatose tipo 1
  • Sinais de malignização a procurar em todo neurofibroma plexiforme:
  • Dor persistente
  • Crescimento rápido da lesão
  • Endurecimento da lesão
  • Déficit neurológico focal de instalação recente

Outros achados cutâneos da neurofibromatose tipo 1

  • Manchas café com leite, tipicamente 6 ou mais, com aumento em número e tamanho nos primeiros 5 anos de vida
  • Efélides axilares e/ou inguinais (sinal de Crowe), corretamente designadas máculas lentiginosas, porque ocorrem em áreas não fotoexpostas
  • Nevo anêmico
  • Xantogranuloma juvenil

Achados oculares

  • Nódulos de Lisch (hamartomas de íris), identificados por exame com lâmpada de fenda
  • Anomalias de coroide: nódulos brilhantes e irregulares detectados por tomografia de coerência óptica (OCT) ou por imagem de refletância no infravermelho próximo (NIR)
  • Glioma de via óptica, nevo de coroide e glaucoma

Achados esqueléticos

  • Displasia da asa do esfenoide, podendo cursar com exoftalmia pulsátil, embora frequentemente assintomática
  • Arqueamento anterolateral do membro inferior, com estreitamento do canal medular e espessamento cortical no ápice da curvatura da tíbia e/ou da fíbula à radiografia; pode evoluir para fratura e pseudoartrose
  • Pseudoartrose de outros ossos longos, rara
  • Macrocefalia
  • Escoliose
  • Assimetria da caixa torácica, osteoporose, fraturas patológicas e baixa estatura

Achados neurológicos

  • Dificuldade de aprendizagem, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, autismo
  • Crises convulsivas e hidrocefalia
  • Glioma de via óptica (pode levar à cegueira e associa-se a puberdade precoce), astrocitoma, meningioma, schwannoma vestibular e ependimoma
  • Áreas focais de hipersinal (FASI) à ressonância magnética de encéfalo
  • Anomalias vasculares do sistema nervoso central: estenoses, doença de moyamoya e aneurismas

Classificação

  • Critérios diagnósticos revisados da neurofibromatose tipo 1 (consenso internacional de 2021):
  • A. Em pessoa SEM genitor com diagnóstico de neurofibromatose tipo 1, o diagnóstico é feito com DOIS OU MAIS dos seguintes:
  • Seis ou mais manchas café com leite com mais de 5 mm no maior diâmetro em indivíduos pré-púberes, ou com mais de 15 mm no maior diâmetro em indivíduos pós-púberes
  • Efélides em região axilar ou inguinal
  • Dois ou mais neurofibromas de qualquer tipo, ou um neurofibroma plexiforme
  • Glioma de via óptica
  • Dois ou mais nódulos de Lisch identificados por exame com lâmpada de fenda, ou duas ou mais anomalias de coroide (nódulos brilhantes e irregulares vistos à tomografia de coerência óptica ou à imagem de refletância no infravermelho próximo)
  • Lesão óssea característica, como displasia do esfenoide, arqueamento anterolateral da tíbia ou pseudoartrose de osso longo
  • Variante patogênica de NF1 em heterozigose, com fração alélica de 50% em tecido aparentemente normal (por exemplo leucócitos)
  • B. O filho de um genitor que preenche os critérios de A recebe o diagnóstico de neurofibromatose tipo 1 se apresentar UM OU MAIS dos critérios de A.

Observações dos critérios revisados

  • Se estiverem presentes apenas manchas café com leite e efélides, o diagnóstico mais provável é neurofibromatose tipo 1, mas excepcionalmente pode tratar-se de outro diagnóstico, como a síndrome de Legius; consideram-se também síndrome de Noonan com lentigos múltiplos e síndrome de deficiência constitucional de reparo de mau pareamento (CMMRD)
  • Pelo menos um dos dois achados pigmentares (manchas café com leite ou efélides) deve ser bilateral
  • A displasia da asa do esfenoide não é critério separado quando há neurofibroma plexiforme orbitário ipsilateral
  • Irmão e filho afetados deixaram de contar como critério de história familiar: apenas o genitor conta
  • A variante patogênica de NF1 isolada não basta para o diagnóstico: exige-se pelo menos um outro critério
  • Não se recomenda biópsia nem exame sob anestesia geral apenas para confirmar critérios; na ausência de teste molecular, a observação seriada confirma o diagnóstico na maioria dos afetados
  • Cautela ao diagnosticar neurofibromatose tipo 1 quando não há nem manchas café com leite nem neurofibromas, situação que sugere mosaicismo ou apresentação atípica

Critérios diagnósticos da síndrome de Legius (2021)

  • A. Em pessoa SEM genitor com diagnóstico de síndrome de Legius, o diagnóstico exige AMBOS:
  • Seis ou mais manchas café com leite de distribuição bilateral e nenhum outro critério diagnóstico de neurofibromatose tipo 1, exceto efélides axilares ou inguinais
  • Variante patogênica em heterozigose no gene SPRED1, com fração alélica de 50% em tecido aparentemente normal
  • B. O filho de um genitor que preenche os critérios de A recebe o diagnóstico se apresentar um ou mais dos critérios de A.
  • A presença de menos de seis manchas café com leite não exclui a síndrome de Legius.
  • Nenhum paciente com síndrome de Legius desenvolveu nódulos de Lisch, neurofibromas ou outras complicações da neurofibromatose tipo 1, e por isso ela não é considerada um tipo de neurofibromatose.
  • Critérios diagnósticos da neurofibromatose tipo 1 em mosaico (basta um dos seguintes):
  • Variante patogênica de NF1 em heterozigose com fração alélica significativamente menor que 50% em tecido aparentemente normal (por exemplo leucócitos), associada a um outro critério diagnóstico de neurofibromatose tipo 1 (exceto genitor que preencha os critérios)
  • Variante patogênica de NF1 idêntica em dois tecidos acometidos anatomicamente independentes, na ausência da variante em tecido não acometido (neurofibroma e a pele hiperpigmentada sobrejacente contam como um único tecido)
  • Distribuição claramente segmentar de manchas café com leite ou de neurofibromas cutâneos, associada a outro critério diagnóstico de neurofibromatose tipo 1 (exceto genitor que preencha os critérios) ou a um filho que preencha os critérios
  • Apenas um critério da lista (efélides axilares e inguinais, glioma de via óptica, dois ou mais nódulos de Lisch ou duas ou mais anomalias de coroide, lesão óssea característica, dois ou mais neurofibromas ou um plexiforme) associado a um filho que preencha os critérios de neurofibromatose tipo 1
  • Critérios diagnósticos da síndrome de Legius em mosaico (basta um dos seguintes):
  • Variante patogênica de SPRED1 em heterozigose com fração alélica significativamente menor que 50% em tecido aparentemente normal, associada a seis ou mais manchas café com leite
  • Variante patogênica de SPRED1 idêntica em dois tecidos acometidos independentes, na ausência da variante em tecido não acometido
  • Distribuição claramente segmentar de manchas café com leite associada a um filho que preencha os critérios de síndrome de Legius

Achados avaliados e NÃO incorporados aos critérios revistos

  • Áreas focais de hipersinal (FASI) à ressonância magnética, por dúvidas quanto à especificidade, pelo desaparecimento com o tempo em alguns pacientes e pelo risco anestésico do exame em crianças
  • Nevo anêmico
  • Xantogranuloma juvenil (difícil de diagnosticar clinicamente por não dermatologistas e presente apenas transitoriamente)

Manifestações por faixa etária

  • Lactência e primeira infância: manchas café com leite, neurofibroma plexiforme, glioma de via óptica, dificuldades de aprendizagem, transtorno de déficit de atenção, autismo, macrocefalia, displasia tibial e displasia da asa do esfenoide
  • Pré-puberdade: efélides intertriginosas, glioma de tronco cerebral, meningioma, escoliose
  • Adolescência: neurofibromas dérmicos e subcutâneos, nódulos de Lisch
  • Vida adulta: tumor maligno da bainha nervosa periférica

Variantes sindrômicas

  • Síndrome de Watson: achados de neurofibromatose tipo 1 associados a estenose pulmonar
  • Neurofibromatose tipo 2: schwannomas vestibulares bilaterais, mutação no gene que codifica schwannomina/merlina, neurofibromas em menor número, manchas café com leite em geral em duas lesões ou menos

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Complicações e cuidados

  • Transformação em tumor maligno da bainha nervosa periférica (risco de 10% no neurofibroma plexiforme; risco ao longo da vida de 2% a 13%)
  • Câncer de mama em mulheres com menos de 50 anos
  • Tumores cerebrais
  • Cegueira por glioma de via óptica
  • Puberdade precoce associada ao glioma de via óptica
  • Hipertensão arterial por feocromocitoma ou estenose vascular renal
  • Escoliose progressiva, fratura e pseudoartrose tibial após arqueamento anterolateral
  • Deformidade e comprometimento funcional por neurofibromas plexiformes volumosos

Prognóstico

O neurofibroma cutâneo isolado é benigno e tem excelente prognóstico.

Na neurofibromatose tipo 1, o prognóstico depende das complicações sistêmicas: gliomas do sistema nervoso central, displasias esqueléticas e, sobretudo, o tumor maligno da bainha nervosa periférica, que costuma surgir na vida adulta e é a principal causa de mortalidade específica da doença.

Praticamente todos os indivíduos com neurofibromatose tipo 1 desenvolvem neurofibromas ao longo da vida.

A síndrome de Legius tem história natural distinta e mais branda: não há neurofibromas, nódulos de Lisch nem as demais complicações da neurofibromatose tipo 1.

A neurofibromatose tipo 2 tem prognóstico reservado, com piora progressiva da audição, da visão e da deambulação; os tumores do sistema nervoso central são a causa mais comum de óbito.

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Referências

  1. Revised diagnostic criteria for neurofibromatosis type 1 and Legius syndrome: an international consensus recommendation. Genetics in Medicine. 2021.
  2. Caught by fingerprint: dermoscopy of solitary neurofibroma. Indian Dermatology Online Journal. 2022.
  3. Dermoscopy of cutaneous neoplasms in skin of color: a systematic review by the International Dermoscopy Society Imaging in Skin of Color Task Force. Dermatology Practical & Conceptual. 2023.

Achados (clique para explorar)

sinal da casa de botãobuttonholesaco de vermesneurofibroma plexiformemanchas café com leiteefélides axilaressinal de Crowenódulos de Lischanomalias de coroideglioma de via ópticadisplasia da asa do esfenoidearqueamento anterolateral da tíbiapseudoartrose tibialgene NF1neurofibrominavia RAS/MAPKRASopatiaSPRED1síndrome de Legiusmosaicismocritérios revisados 2021células fusiformes com núcleos onduladosestroma mixoidemastócitoscolágeno em cenoura raladaS100 positivoneurofilamentos positivosCD34 positivotumor maligno da bainha nervosa periféricanecrose geográficaselumetinibenevo anêmico
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