A pitiríase rubra pilar é uma dermatose papuloescamosa rara, caracterizada por pápulas foliculares ceratóticas, placas vermelho-alaranjadas com ilhas de pele sã e ceratodermia palmoplantar.
O quadro pode evoluir para eritrodermia.
É uma dermatose rara.
Tem distribuição bimodal, com picos na primeira e na sexta décadas de vida.
A maioria dos casos é adquirida, mas há formas familiares.
Acomete os dois sexos.
Fatores de risco e doenças associadas
A patogênese não está completamente definida.
Infecção por COVID-19, vacinação contra COVID-19 e infecção pelo vírus Epstein-Barr podem desencadear o quadro.
Formas familiares ocorrem por herança dominante.
A forma hereditária dominante associa-se a mutação de ganho de função no gene CARD14, também conhecido como PSORS2.
Classificação
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O curso depende do subtipo clínico.
As formas clássicas, tipos I e III, tendem a resolver em 3 a 5 anos, e o tipo I tem o melhor prognóstico.
Cerca de metade dos casos evolui para remissão espontânea.
As formas atípicas, circunscritas e associadas ao HIV podem persistir por mais tempo: os tipos II, V e VI tendem a ser mais crônicos e refratários.
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Dermatologia como ela acontece na prática: do diagnóstico ao tratamento.
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