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Dermato Prática, por Dr. Caio Formiga

Dermatologia clínica e cirúrgica baseada em diagnóstico acurado, terapia precisa e tecnologia de ponta. Palmas, TO.

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© 2026 Dr. Caio Formiga, DermatologistaCRM/TO 3606 · RQE 2226 · Membro da SBDPrivacidade
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Pustulose cefálica neonatal benigna

Padrão inflamatórioepiderme(pustulose cefálica benigna, acne neonatal, pustulose neonatal cefálica)

Revisado por Dr. Caio Formiga· Dermatologista· CRM/TO 3606· RQE 2226· SBD

Atualizado em julho de 2026

ConceitoEpidemiologiaPatogêneseClínicaHistopatologiaDiferenciaisManejoProcedimentosPrognósticoPérolaReferênciasAchados

Conceito

A pustulose cefálica neonatal benigna é uma erupção papulopustulosa inflamatória da face e do couro cabeludo do recém-nascido, sem comedões, que surge entre o quinto e o trigésimo dia de vida e se resolve espontaneamente em semanas a três meses.

Descrita por Aractingi em 1991, corresponde ao que se chama de acne neonatal, e a ausência de comedões é o que a distingue da acne verdadeira do adolescente e da acne infantil de início mais tardio.

Epidemiologia

A prevalência estimada no período neonatal vai de 10% a 66% quando o seguimento se estende além das primeiras semanas de vida.

Isso explica a prevalência muito baixa (0,08%) observada em casuística brasileira que avaliou recém-nascidos nas primeiras 72 horas de vida, período em que a erupção ainda não começou.

Fatores de risco e doenças associadas

Colonização cutânea por Malassezia, que aumenta com os dias de vida

Patogênese

Implica-se a colonização por Malassezia, mais frequentemente Malassezia sympodialis e, menos, Malassezia furfur e Malassezia globosa.

Estudo com 104 recém-nascidos mostrou que a colonização por Malassezia aumenta com os dias de vida, de cerca de 5% na primeira semana para 30% entre a segunda e a quarta semana, o que acompanha a cronologia da erupção.

A relação causal com a Malassezia não está firmemente estabelecida.

O estímulo androgênico materno e endógeno sobre a glândula sebácea participa das erupções papulopustulosas faciais do recém-nascido.

Clínica

  • Pápulas eritematosas inflamatórias e pústulas superficiais
  • Localização na face (bochechas, fronte, nariz) e no couro cabeludo
  • Ausência de comedões abertos e fechados
  • Início entre o quinto e o trigésimo dia de vida
  • Recém-nascido assintomático e em bom estado geral

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Prognóstico

Resolve-se em semanas a três meses, à medida que a glândula sebácea involui, sem deixar cicatriz.

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Referências

  1. Benign skin disease with pustules in the newborn. Anais Brasileiros de Dermatologia. 2016.
  2. Erupções vesicopustulosas benignas no neonato. Anais Brasileiros de Dermatologia. 2006.
  3. Prevalence and characterization of neonatal skin disorders in the first 72 h of life. Jornal de Pediatria. 2017.
  4. Neonatal Dermatology: The Normal, the Common, and the Serious. NeoReviews. 2021.

Achados (clique para explorar)

pústulapápulaeritemafacecouro cabeludolesão assintomáticainvolução espontânea
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