Úlcera do membro inferior causada por doença arterial periférica, que reduz a perfusão e a oferta de oxigênio e produz isquemia e necrose tecidual.
A conduta é oposta à da úlcera venosa: a prioridade é revascularizar, e a compressão é contraindicada.
Está entre as principais causas de úlcera crônica de perna, ao lado da venosa e da neuropática.
As úlceras crônicas de perna persistem em média 12 a 13 meses e recorrem em até 60% a 70% dos pacientes.
Predomina em idosos e em portadores de aterosclerose.
Fatores de risco e doenças associadas
A doença arterial periférica reduz o fluxo sanguíneo e a oferta de oxigênio aos tecidos do membro.
A isquemia crônica impede a cicatrização e leva à necrose tecidual, que se manifesta como úlcera nos pontos de maior pressão e de menor perfusão.
Sem restaurar a perfusão, a ferida não cicatriza, por melhor que seja o cuidado local.
Classificação
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Sem revascularização, a úlcera não cicatriza e evolui para isquemia crítica, gangrena e amputação.
Com a perfusão restaurada, a ferida passa a responder ao cuidado local padrão.
As taxas de salvamento de membro melhoram com o encaminhamento precoce ao cirurgião vascular.
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Dermatologia como ela acontece na prática: do diagnóstico ao tratamento.
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