As úlceras crônicas de perna são feridas dos membros inferiores que não progridem pelas fases normais de cicatrização em tempo hábil.
A maioria decorre de insuficiência venosa crônica, doença arterial periférica, pressão prolongada ou neuropatia.
A úlcera venosa é a mais comum e resulta de hipertensão venosa e insuficiência valvar, no contexto de alterações de estase.
A úlcera arterial resulta de perfusão sanguínea insuficiente por doença arterial periférica.
A úlcera neuropática, ou mal perfurante plantar, ocorre sobre pontos de pressão em pacientes com neuropatia periférica, tipicamente diabéticos.
A distinção entre esses tipos é essencial, pois orienta condutas opostas, sobretudo quanto ao uso de compressão.
São feridas persistentes, que em média duram 12 a 13 meses e recorrem com frequência, com grande impacto na qualidade de vida.
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